Sempre procurar mais informações sobre o filme que pretende assistir. Ver pelo menos o trailer se não conhecer a história e não ir somente pela opinião dos outros. Tentar descobrir, ao menos, se o filme tem ou não zumbis...
Caso aconteça novamente, aprender a simplesmente fechar os olhos e não se contorcer inteira e depois ficar com dor nas costas.
Se a curiosidade for muito grande, deixar para ver o filme com zumbis à tarde, seguido de uma comédia romântica ou um desenho animado...
(na minha humilde, singela e insignificante opinião)

Vai demorar para aparecer uma outra série tão boa quanto Friends. Infelizmente até mesmo os próprios autores perderam a mão (já visto em outras tentativas como The Class e Joey) – aliás, mesmo durante Friends eles tiveram outras séries que em nada se parecem com a dos nossos amigos, como Veronica’s Closet e Jesse.
Friends tem tudo de bom. Gente bonita (homens e mulheres para agradar aos dois sexos) – Seinfeld só tem gente feia se achando os lindões. Piada irônica (Chandler). Piada de sexo. Body comedy (maravilhosamente bem executadas por Joey e Ross e não exageradamente escrachada como o sr. Kramer). Histórias com a qual você pode se relacionar – término de namoro doloroso da Mônica, gravidez da Rachel, planos de casamento da Mônica, etc... (isto do ponto de vista feminino). Histórias para as quais você torce (Ross e Rachel!!!!).
Friends é igual novela das 8 com boas histórias e bons atores. Gostamos dos personagens. Queremos ser como eles. Nos tornamos quase como amigos deles também. Chega a um ponto que estamos em tanta sintonia com estes personagens que com uma simples levantada de sombrancelha já damos risada, coisa para fã - enquanto quem não acompanha só vai rir das piadas mais escancaradas.
Até os personagens chatos são queridos – Janice, pais do Ross e da Mônica, Estelle, janitor... Enquanto que os personagens chatos de outras séries dão vontade de trocar de canal quando eles entram em cena.
Sinceramente, nunca entendi o apelo de Seinfeld. Piadas “cabeça”? Nunca! Mais óbvias e pouco elaboradas impossível. Comédia do absurdo, quase abstrata... ok, posso entender se isto significa mais risadas, mas para mim com certeza não significa (ao contrário de um programa que passa no Multishow com shows japoneses completamente non senses que nem de longe são cabeças, mas eu literalmente choro de rir). Comédia sobre o nada!!! Oh, taí a grande sacada do Seinfeld??? Me explica porque eu não entendi...
Tem comédias que eu percebe claramente a influência do tempo. Considero algumas reprises simplesmente insuportáveis, sendo que na época assistia na boa. Friends não. Acho que já vi cada episódio umas 7 ou 8 vezes e ainda assim alegra meu dia se eu chego a tempo de assistir a mais um. E também não enjoa. Consigo assistir a uma temporada inteira numa sentada só...
Querido tipos,
Aconteceu. Não posso mais me comunicar com você durante o maior período do meu dia. Durante o período em que sobrava um pouco de tempo para me deleitar com as produções dos colegas virtuais mais brilhantes que já conheci. Tempo para me comunicar com estas pessoas admiráveis e que, sem mesmo me conhecer, me acolheram e sempre traziam palavras amigas. Tempo para encher as suas páginas imaginárias de abobrinhas, pieguices, opiniões insignificantes, pensamentos, recados, etc...
Queria te contar que assisti a um filme legalzinho na semana do natal. Ia até fazer uma crítica do filme, mas não vou mais. Queria contar sobre o CD novo do meu cantor preferido, falar o que eu achei dele, mas não vou mais. Refleti muito sobre amizade nestes últimos dias e queria te contar que conclusão tirei, mas não vou mais. Nunca cheguei a fazer a lista de esperanças para 2008 e, pensando bem, acho que ninguém estaria muito interessado em saber mesmo.
Consegui ler aqui alguns textos excelentes nos últimos dias. Pessoas contaram coisas legais que me davam vontade de mandar um recadinho, mas não mandei. Queria desejar um feliz ano novo, mandar um abraço, um boa sorte, um “que pena” para as pessoas que contaram suas peripécias ou infortúnios, não fiz. O tempo era muito pouco para escolher e era muita coisa para falar.
Não é que a minha empolgação inicial morreu, como vi acontecer com outros colegas virtuais. Tenho certeza que ela continuaria a mesma, não fosse o baque da separação. Quero só pedir que tenha paciência. Não pense que se livrou de mim – se era isso que vinha pensando. Eu ainda penso em você. E voltarei sim. Na verdade, eu nunca parti.
Atenciosamente,
Marcela.
Ps- se o Moraes agilizasse o tipo.mobi já ajudava, por enquanto ele não está bloqueado por lá...